quinta-feira, 28 de julho de 2011

Prática de Química: reações e misturas






Muito interessante a participação , colaboração e organização de vocês:1A, 2Ae 2B nas aulas de química de hoje ( 28/07).Não se esqueçam dos aventais para a próxima semana!Abraços!!!!

terça-feira, 26 de julho de 2011

TEXTO COMPLEMENTAR: 1º EM MATA ATLÂNTICA

 
Mata Atlântica é um bioma presente na maior parte no território brasileiro, abrangendo ainda parte do território do Paraguai e da Argentina. As florestas atlânticas são ecossistemas que apresentam árvores com folhas largas e perenes. Abriga árvores que atingem de 20 a 30 metros de altura. Há grande diversidade de epífitas, como bromélias e orquídeas. Não deve ser confundida com a Floresta Amazônica, ou Selva Amazônica, que é um outro bioma presente na América do Sul.
Foi a segunda maior floresta tropical em ocorrência e importância na América do Sul, em especial no Brasil. Acompanhava toda a linha do litoral brasileiro do Rio Grande do Sul ao Rio Grande do Norte (regiões meridionais e nordeste). Nas regiões Sul e Sudeste a Mata Atlântica chegava até a Argentina e o Paraguai. Cobria importantes trechos de serras e escarpas do Planalto Brasileiro, e era contínua com a Floresta Amazônica. Em função do desmatamento, principalmente a partir do século XX, encontra-se hoje extremamente reduzida, sendo uma das florestas tropicais mais ameaçadas do globo. Apesar de reduzida a poucos fragmentos, na sua maioria descontínuos, a biodiversidade de seu ecossistema é uma dos maiores do planeta. Seu clima é subtropical e tropical.

Biodiversidade

Rã-bugio (Physalaemus olfersi), espécie de rãzinha, uma das riquezas da biodiversidade da Mata Atlântica.
Nas regiões onde ainda existe, a Mata Atlântica caracteriza-se pela vegetação exuberante, com acentuado higrofitismo. Entre as espécies mais comuns encontram-se algumas briófitas, cipós, e orquídeas.
A fauna endêmica é formada principalmente por anfíbios (grande variedade de anuros), mamíferos e aves das mais diversas espécies. É uma das áreas mais sujeitas a precipitação no Brasil. As chuvas são orográficas, em função das elevações do planalto e das serras.
A biodiversidade da Mata Atlântica é semelhante à biodiversidade da Amazônia. Há subdivisões do bioma da Mata Atlântica em diversos ecossistemas devido a variações de latitude e altitude. Há ainda formações pioneiras, seja por condições climáticas, seja por recuperação, zonas de campos de altitude e enclaves de tensão por contato. A interface com estas áreas cria condições particulares de fauna e flora.
A exuberância da biodiversidade.
A vida é mais intensa no estrato alto, nas copas das árvores, que se tocam, formando uma camada contínua. Algumas podem chegar a 60 m de altura. Esta cobertura forma uma região de sombra que cria o microclima típico da mata, sempre úmido e sombreado. Dessa forma, há uma estratificação da vegetação, criando diferentes habitats nos quais a diversificada fauna vive. Conforme a abordagem, encontram-se de seis a onze estratos na Mata Atlântica, em camadas sobrepostas.
Da flora, 55% das espécies arbóreas e 40% das não-arbóreas são endêmicas ou seja só existem na Mata Atlântica. Das bromélias, 70% são endêmicas dessa formação vegetal, palmeiras, 64%. Estima-se que 8 mil espécies vegetais sejam endêmicas da Mata Atlântica.
Observa-se também que 39% dos mamíferos dessa floresta são endêmicos, inclusive mais de 15% dos primatas, como o Mico-leão-dourado. Das aves 160 espécies, e dos anfíbios 183, são endêmicas da Mata Atlântica.

Espécies endêmicas ameaçadas de extinção

Mico-Leão dourado.
É possível que muitas espécies tenham sido extintas sem mesmo terem sido catalogadas. Estima-se que 269 espécies de animais, sendo 88 de aves endêmicas da Mata Atlântica, estão ameaçadas de extinção. Segundo o relatório mais recente do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - Ibama, entre essas espécies estão o muriqui, mico-leão-dourado, bugio,entre outros.

Recordes mundiais da Mata Atlântica


Para o pessaoal do 1º EM: Sustentabilidade

A sustentabilidade ambiental consiste na manutenção das funções e componentes do ecossistema, de modo sustentável,[1][2] podendo igualmente designar-se como a capacidade que o ambiente natural tem de manter as condições de vida para as pessoas e para outras espécies e a qualidade de vida para as pessoas, tendo em conta a habitabilidade, a beleza do ambiente e a sua função como fonte de energias renováveis.[3][4] As Nações Unidas, através do sétimo ponto das Metas de desenvolvimento do milénio procura garantir ou melhorar a sustentabilidade ambiental,[5] através de quatro objectivos principais:[6]
  1. Integrar os princípios do desenvolvimento sustentável nas políticas e programas nacionais e reverter a perda de recursos ambientais.
  2. Reduzir de forma significativa a perda da biodiversidade.
  3. Reduzir para metade a proporção de população sem acesso a água potável e saneamento básico.
  4. Alcançar, até 2020 uma melhoria significativa em pelo menos cem milhões de pessoas a viver abaixo do limiar da pobreza.

Referências

  1. Terms Beginning With "E". www.epa.gov. Página visitada em 2009-07-09.
  2. Environmental sustainability. www.acdi-cida.gc.ca. Página visitada em 2009-07-09.
  3. What is Environmental Sustainability. www.ces.vic.gov.au. Página visitada em 2009-07-09.
  4. Sutton, Philip. A Perspective on environmental sustainability?. Victorian Commissioner for Environmental Sustainability. Página visitada em 2009-07-09.
  5. MDG MONITOR :: Goal :: Ensure Environmental Sustainability. www.mdgmonitor.org. Página visitada em 2009-07-09.
  6. United Nations Millennium Development Goals. www.un.org. Página visitada em 2009-07-09.

Reprodução humana. O ciclo menstrual

O que é ciclo menstrual

O ciclo menstrual é o processo mensal no qual o corpo da mulher se prepara para a possibilidade de engravidar durante o seu período fértil. O ciclo menstrual tem em média 28 dias, porém pode variar de 21 a 35 dias.
No começo do ciclo menstrual os níveis de estrogênio aumentam, fazendo com que o revestimento do útero cresça e engrosse. Um ovo começa a ficar maduro em um dos ovários. Por volta do meio do ciclo menstrual o ovo deixa o ovário em um processo chamado ovulação, onde começa o período fértil. O ovo começa a viajar pelos tubos de falópio até o útero. Se o ovo for fertilizado por esperma e se ligar ao útero, a mulher engravida. Caso contrário, o útero não precisará do revestimento extra e começa a se livrar dele. Esse processo, no qual o revestimento extra do útero é eliminado pela vagina, chama-se menstruação.
Fases do ciclo menstrual

Fase 1 do ciclo menstrual - Menstruação – Dias 1 a 7
A superfície do endométrio (mucosa que reveste o útero) quebra-se em um fluido sangrento. Esse fluido sai do útero através do cerviz e deixa o corpo através da vagina. Uma menstruação normal dura de 3 a 7 dias.

Fase 2 do ciclo menstrual – Fase Folicular - Ovo prepara-se para deixar o ovário – Dias 6 a 12 (ou mais)
A glândula pituitária sinaliza aos ovários que liberem estrogênio e progesterona, os hormônios responsáveis pelo ciclo menstrual. O hormônio estrogênio faz com que o endométrio engrosse e fique pronto para alimentar e proteger um futuro embrião caso ocorra gravidez. O hormônio progesterona mantém o revestimento até que a mulher esteja grávida e durante a gravidez, ou até que a menstruação comece. 
Fase 3 do ciclo menstrual – Ovulação ou período fértil – Dias 13-15
A glândula pituitária sinaliza para liberação do hormônio folículo-estimulante e do hormônio luteinizante. O hormônio folículo-estimulante faz com que o ovo se desenvola no ovário. O hormônio luteinizante causa a liberação de um ovo maduro (ou mais), o qual entra no tubo de falópio e pode ser fecundado.

Fase 4 do ciclo menstrual – Revestimento continua a engrossar – Depois da ovulação
O ovo viaja pelo tubo de falópio até o útero. Se o ovo não for fertilizado por esperma ou não se implantar, a superfície do endométrio não será mais necessária e então começa a ser eliminada. O ciclo menstrual é então completado e a menstruação começa de novo.
Cálculo do período fértil

Saber quando a mulher está no período fértil a ajuda a planejar ou prevenir a gravidez. Existem três formas de encontrar o período fértil: método da temperatura basal, método da tabelinha e método do muco cervical.

CUIDADOS!!!!
Cálculo do período fértil pelo método da tabelinha

O método da tabelinha envolve manter um registro escrito de cada ciclo menstrual. O primeiro dia do ciclo menstrual é o Dia 1. Marque o Dia 1 no calendário. Faça isso por 8 a 12 meses de modo que possa verificar quantos dias tem seu ciclo menstrual. A duração do ciclo menstrual pode variar de mês a mês. Então, para o método da tabelinha, escreva a duração de cada ciclo menstrual. 
Para cálculo do período fértil pelo método da tabelinha veja nas anotações qual foi a duração do menor ciclo menstrual e então subtraia 18 desse número. Esse é o primeiro dia no qual o período fértil pode ter começado. Para estimar o último dia do período fértil subtraia 11 dias da duração do período fértil mais longo. A precisão do método da tabelinha para cálculo do período fértil pode não ser grande, especialmente em mulheres com ciclos menstruais irregulares.

Surpresas boas!!!!

Estou muito feliz com a receptividade e boa vontade de todos vocês, meus alunos do Ensino Médio regular e EJA.As aulas tem sido uma surpresa para mim, tamanho o entusismo, participação e colaboração no nosso espaço, o laboratório.Com certeza, teremos um ano muito especial!!!Abraços a todos!

sábado, 23 de julho de 2011

Choques elétricos


Choque elétrico
A eletricidade e seus efeitos sobre o nosso corpo O choque elétrico é causado por uma corrente elétrica que passa através do corpo humano ou de um animal qualquer. O pior choque é aquele que se origina quando uma corrente elétrica entra pela mão da pessoa e sai pela outra mão. Nesse caso, a corrente atravessa o tórax, e tem grande chance de afetar o coração e a respiração. Se fizerem parte do circuito elétrico o dedo polegar e o dedo indicador de uma mão, ou uma mão e um pé, o risco é menor.


O valor mínimo de corrente que uma pessoa pode perceber é 1 mA. Com uma corrente de 10 mA, a pessoa perde o controle dos músculos, sendo difícil abrir as mãos para se livrar do contato. O valor mortal está compreendido entre 10 mA e 3,0 A.
Normalmente, a resistência elétrica de nossa pele é grande e limita o estabelecimento de uma corrente elétrica caso a tensão aplicada não seja muito grande.
Com a pele seca, por exemplo, não tomamos nenhum choque se submetidos à tensão de 12 V, mas se a pele estiver úmida, ou com suor, a resistência elétrica cai muito e podemos levar um choque considerável. Uma forma de se evitar os choques elétricos é fazer a ligação dos aparelhos à terra, através do chamado “fio terra”, que serve para descarregar a eletricidade acumulada diretamente para o chão, evitando-se assim o risco de choque elétrico.
Afinal, é a voltagem ou a corrente que faz mal?

Muitas vezes você vê uma placa dizendo: "Perigo - Alta Voltagem"; mas a alta voltagem, ou o alto potencial elétrico, não lhe causará mal. Alta voltagem pode dar lugar a uma intensa corrente, e esta é que produz o dano. Um pombo, pousando num fio de alta voltagem, não é afetado por esta, porque nenhuma corrente passa através do seu corpo. Se ele tocar dois fios ao mesmo tempo, a corrente o queimará, devido ao calor liberado pela corrente que o atravessará, como acontece num ferro elétrico (resistor): o chamado efeito Joule. 

Obs:Nathalia, deu para compreender??? 

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Professor Renato

Agradecemos ao Professor Renato, PCOP de Química da Oficina Pedagógica pelo apoio e parceria.Empolgação e participação total!!!!A Educação se faz mesmo com comprometimento e boa vontade!

Energia Nuclear

O que é Energia Nuclear

A energia nuclear é a energia liberada durante a fissão ou fusão dos núcleos atômicos. As quantidades de energia que podem ser obtidas mediante processos nucleares superam em muitas as que se pode obter mediante processos químicos, que só utilizam as regiões externas do átomo.
Alguns isótopos de certos elementos apresentam a capacidade de através de reações nucleares, emitirem energia durante o processo. Baseia-se no princípio que nas reações nucleares ocorre uma transformação de massa em energia. A reação nuclear é a modificação da composição do núcleo atômico de um elemento podendo transformar-se em outros elementos. Esse processo ocorre espontaneamente em alguns elementos; em outros se deve provocar a reação mediante técnicas de bombardeamento de nêutrons ou outras.
Existem duas formas de aproveitar a energia nuclear para convertê-la em calor: A fissão nuclear, onde o núcleo atômico se subdivide em duas ou mais fusão nuclear, na qual ao menos dois núcleos atômicos se unem para produzir um novo núcleo.
A principal vantagem da energia nuclear obtida por fissão é a não utilização de combustíveis fósseis, não lançando na atmosfera gases tóxicos, e não sendo responsável pelo aumento do efeito estufa.


Utilização da Energia Nuclear

Servem na utilização de bombas nucleares, pode substituir fontes de energia e também substituir alguns combustíveis.
A utilização da energia nuclear vem crescendo a cada dia. A energia nuclear é uma das alternativas menos poluentes, permite adquirir muita energia em um espaço pequeno e instalações de usinas perto dos centros consumidores, reduzindo o custo de distribuição de energia.
A energia nuclear torna-se mais uma opção para atender com eficácia à demanda energética no mundo moderno.
A fissão nuclear do urânio é a principal aplicação civil da energia nuclear. É usada em centenas de centrais nucleares em todo o mundo, principalmente em países como a França, Japão, Estados Unidos, Alemanha, Suécia, Espanha, China, Rússia, Coréia do Norte, Paquistão Índia, entre outros.


Países e Locais que utilizam Energia Nuclear

Países europeus são os que mais utilizam energia nuclear. Levando-se em consideração a produção total de energia elétrica no mundo, a participação da energia nuclear saltou de 0,1% para 17% em 30 anos, fazendo-a aproximar-se da porcentagem produzida pelas hidrelétricas. De acordo com a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) no final de 1998 havia 434 usinas nucleares em 32 países e 36 unidades sendo construídas em 15 países. A decisão de construir usinas depende em grande parte dos custos de produção da energia nuclear.
A fissão nuclear é a principal aplicação civil da energia nuclear. É usada em centenas de centrais nucleares em todo o mundo, principalmente em países como a França, Japão, Estados Unidos, Alemanha, Suécia, Espanha, China, Rússia, Coréia do Norte, Paquistão Índia, entre outros.


Como funciona uma usina nuclear

O funcionamento de uma usina nuclear é bastante parecido ao de uma usina térmica. A diferença é que ao invés de nós termos calor gerado pela queima de um combustível fóssil, como o carvão, o óleo ou gás, nas usinas nucleares o calor é gerado pelas transformações que se passam nos átomos de urânio nas cápsulas de combustível. O calor gerado no núcleo do reator aquece a água do circuito primário. Esta água circula pelos tubos de um equipamento chamado Gerador de Vapor. A água de um outro circuito em contato com os tubos do Gerador de Vapor se vaporiza a alta pressão, fazendo gerar um conjunto de turbinas que tem junto a seu gerador elétrico. O movimento do gerador elétrico produz a energia, entregue ao sistema para distribuição.


Elementos mais usados como fonte de energia

- Tório: As novas gerações de centrais nucleares utilizam o tório como fonte de combustível adicional para a produção de energia ou decompõe os resíduos nucleares em um novo ciclo denominado fissão assistida. Os defensores da utilização da energia nuclear como fonte energética consideram que estes processos são, atualmente, as únicas alternativas viáveis para suprir a crescente demanda mundial por energia ante a futura escassez dos combustíveis fósseis. 
- Urânio: A principal finalidade comercial do urânio é a geração de energia elétrica. Quando transformado em metal, o urânio torna-se mais pesado que o chumbo, pouco menos duro que o aço e se incendeia com muita facilidade.
- Actínio: O Actínio é um metal prateado, altamente radioativo, com radioatividade 150 vezes maior do que o urânio. Usado em geradores termoelétricos.


Conseqüências da Energia Nuclear

A tecnologia nuclear é perigosa, já causou acidentes graves como o de Three Mile Island (EUA) e Chernobil (Ucrânia), com milhares de mortes e enfermidades decorrentes desses acidentes, além da perda de grandes áreas. A utilização desse tipo de tecnologia continua apresentando graves riscos para toda a humanidade. Reatores nucleares e instalações complementares geram grandes quantidades de lixo nuclear que precisam ficar sob vigilância por milhares de anos. Não se conhecem técnicas seguras de armazenamento do lixo nuclear gerado.
O horror nuclear em Hiroshima e Nagasaki marcou a primeira e única vez em que armas atômicas foram usadas deliberadamente contra seres humanos. Mais de 100 mil pessoas morreram nos ataques de 6 a 9 de Agosto de 1945 e outros milhares morreriam nos anos seguintes sofrendo de complicações causadas pela radiação.


Desastres Nucleares

- Chernobyl: No dia 26 de abril de 1986, um experimento mal conduzido, aliado a problemas estruturais da usina e outros fatores, causou a explosão do quarto reator de Chernobyl. Cerca de 31 pessoas morreram na explosão e durante o combate ao incêndio. Outras centenas faleceram depois, por causa da exposição aguda à radioatividade, num grau 400 vezes maior que o da bomba de Hiroshima.
- Bomba Nuclear: Uma bomba atômica é uma arma explosiva cuja energia deriva de uma reação nuclear e tem um poder destrutivo imenso  uma única bomba é capaz de destruir uma cidade inteira. Bombas atômicas só foram usadas duas vezes em guerra, pelos Estados Unidos contra o Japão nas cidades de Hiroshima e Nagasaki, durante a Segunda Guerra Mundial. No entanto, elas já foram usadas centenas de vezes em testes nucleares por vários países.
- Usina Nuclear (E.UA): A usina nuclear de Three Mile Island, na Pensilvânia, corre o risco de derretimento, o mais grave tipo de acidente nuclear. A ameaça provém de uma bolha de vapor existente dentro do reator, que pode aumentar de tamanho à medida que as pressões internas forem relaxadas, deixando o núcleo sem a água vital para seu resfriamento. Nuvens de partículas radioativas já escaparam do reator para a atmosfera, mas os técnicos em radioatividade afirmam que o risco de contaminação ainda é pequeno.


Energia nuclear no Brasil

A procura da tecnologia nuclear no Brasil começou na década de 50, com Almirante Álvaro Alberto, que entre outros feitos criou o Conselho Nacional de Pesquisa, em 1951, e que importou duas ultra-centrifugadoras da Alemanha para o enriquecimento do urânio, em 1953.
A decisão da implementação de uma usina nuclear no Brasil aconteceu em 1969. E que em nenhum momento se pensou numa fonte para substituir a energia hidráulica, da mesma maneira que também após alguns anos, ficou bem claro que os objetivos não eram simplesmente o domínio de uma nova tecnologia. O Brasil estava vivendo dentro de um regime de governo militar e o acesso ao conhecimento tecnológico no campo nuclear permitiria desenvolver não só submarinos nucleares mas também armas atômicas.
Em 1974,, as obras civis da Usina Nuclear de Angra 1 estavam em pleno andamento quando o Governo Federal decidiu ampliar o projeto, autorizando a empresa Furnas a construir a segunda usina.
Mais tarde, em 1975, com a justificativa de que o Brasil já mostrava falta de energia elétrica para meados dos anos 90 e início do século 21, uma vez que o potencial hidroelétrico já se apresentava quase que totalmente instalado, foi assinado na cidade alemã de Bonn o Acordo de Cooperação Nuclear, pelo qual o Brasil compraria oito usinas nucleares e possuiria toda a tecnologia necessária ao seu desenvolvimento nesse setor.
Desta maneira o Brasil dava um passo definitivo para o ingresso no clube de potências atômicas e estava assim decidido o futuro energético do Brasil, dando início à Era Nuclear Brasileira.

Conclusão

Concluímos que a energia nuclear pode ser usada para o bem da humanidade (produzindo energia, etc), porém pode causar várias guerras e catástrofes com o seu mau uso.
Também sabemos que o átomo tem suas propriedades variadas e produz energia que hoje em dia é usada nas usinas nucleares.



Referências

www.cnen.gov.br/cnen_99/educar/energia.htm#porque
www.comciencia.br/reportagens/nuclear/nuclear02.htm
www.projectpioneer.com/mars/how/energiapt.htm
www.educacional.com.br/noticiacomentada/060426not01.as
www.energiatomica.hpg.ig.com.br/tmi.html
www.greenpeace.org.br/energia/?conteudo_id=627&sub_campanha=0&img=15 ww.google.com.br/search?hl=pt-BR&q=chernobyl&btnG=Pesquisar&meta=lr%3Dlang_pt
http://oglobo.globo.com/especiais/bomba_atomica/default.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Energia_nuclear
http:// pt.wikipedia.org/wiki/Bomba_at%C3%B4mica

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Interelações ( 1º Ano EM)

Consciência global

O lixo que vira luxo.

Hoje a reciclagem está no seu auge, onde diversos artesãos e artistas utilizam cada vez mais esses materiais geralmente descartados pela população e os transformam em verdadeiras maravilhas. Objetos que antes não valiam nada, após o processo de transformação adquirem um preço bem ´´salgado´´. Abaixo alguns objetos transformados em artigos de luxo.

Células tronco: informações gerais

Células-Tronco
O que são, tipos e pesquisas com Células-Tronco, embrionárias e adultas, as terapias, clonagem,
tratamentos para doenças, genética, questões éticas e religiosas o avanço da medicina, citologia
foto de Célula-Tronco embrionária
Foto de Célula-Tronco embrionária (ampliada por microscópio) 

Conceito 
As células-tronco, também conhecidas como células estaminais, são indiferenciadas (não possuem uma função determinada) e se caracterizam pela capacidade de se transformar em diversos tipos de tecidos que formam o corpo humano.
Estas células são de dois tipos:
1 - Células-Tronco adultas: podem ser encontradas em diversas partes do corpo humano. Porém, são mais utilizadas para fins medicinais as células de cordão umbilical, da placenta e medula óssea. Pelo fato de serem retiradas da próprio paciente, oferecem baixo risco de rejeição nos tratamentos médicos. Apresentam uma desvantagem em relação as Células-Tronco embrionárias: a capacidade de transformação é bem menor.
2 - Células-Tronco embrionárias: são aquelas extraídas do animal ainda na fase embrionária. Como característica principal apresentam uma grande capacidade de se transformar em qualquer outro tipo de célula. Embora apresentem esta importante capacidade, as pesquisas médicas com estes tipos de células ainda encontram-se em fase de testes.
Cientistas acreditam que no futuro as Células-Tronco possam ser empregadas na cura de diversas doenças como, por exemplo, mal de Alzheimer, leucemia, mal de Parkinson e até mesmo diabetes. Através do método da clonagem terapêutica, várias lesões e doenças degenerativas seriam resolvidas. Tecidos, músculos, nervos e até mesmo órgãos poderão, em breve, serem reconstituídos com a aplicação deste tipo de tratamento, combatendo diversas doenças crônicas.
Questões éticas e religiosas
As pesquisas genéticas e os tratamentos com Células-Tronco recebem fortes críticas de diversos setores da sociedade, em especial dos religiosos. Por considerarem os embriões como sendo uma vida em formação, religiosos conservadores afirmam que manipular ou sacrificar embriões de seres humanos constitui um assassinato. Em países mais conservadores, as pesquisas estão paradas ou limitadas à utilização das células adultas.
A questão que se coloca nos debates é justamente neste sentido: Devemos evoluir a medicina e buscar a cura de doenças a qualquer preço?
 


Bom recomeço!

Aos alunos do 1º A, 2ª A, 3ºA e B, obrigada pela receptividade!Estaremos juntos nesta caminhada de descobertas!!!Abraços!

terça-feira, 19 de julho de 2011

Divisão celular

Mitose

A mitose produz células filhas idênticas à célula-mãe. Cada célula filha contém exatamente o mesmo número de cromossomos da célula mãe. Esse processo ocorre durante o crescimento de um indivíduo e nos processos de regeneração, constitui também a base de alguns processos de reprodução assexuada, como a bipartição ou cissiparidade e o brotamento.

Fases da divisão celular na mitose

Intérfase - Não pertence ao fenômeno mitótico. Durante a intérfase, as células crescem, o material genético (DNA) se duplica, formam-se novas organelas citoplasmáticas e a célula acumula energia para continuar o processo. Subdivide-se em três fases: G1, S e G2; na fase S ocorre a autoduplicação do DNA. Após a intérfase, se inicia o processo mitótico propriamente dito.

Intérfase

Intérfase - Divisão celular: crescimento da célula, duplicação do DNA.
A mitose está dividida em 4 fases:
Prófase - Ou fase anterior (fase da "mobilização" para a ação). Os cromossomos condensam-se, tornando-se visíveis; a carioteca e os nucléolos desintegram-se; os centríolos dividem-se e dirigem-se para os pólos da célula; é formado o fuso de divisão (fibras protéicas).

Prófase

Prófase - Condensasão dos cromossomos.
Metáfase - Ou fase do meio, é a fase mais propícia para estudos da morfologia dos cromossomos, onde os cromossomos apresentam o máximo grau de condensação. Os cromossomos, presos às fibras do fuso, migram para o equador do fuso, plano médio da célula. No final da metáfase, os centrômeros se duplicam e se partem longitudinalmente, de modo a deixar livres as cromátides irmãs.

Metáfase

Metáfase - migração dos cromossomos.
Anáfase - Ou fase de cima. Dois lotes idênticos de cromátides irmãs, agora como novos cromossomos, afastam-se e migram para os pólos, puxados pelos respectivos centrômeros, devido ao enxurtamento das fibras do fuso.

Anáfase

Anáfase - divisão celular
Telófase - Ou fase do fim. Os dois cromossomos aproximam-se dos pólos e se agregam. Ocorre o inverso à Prófase: os cromossomos descondensam-se (tornando-se invisíveis); os nucléolos reaparecem; duas novas cariotecas são reconstituídas a partir das vesículas do retículo endoplasmático. Terminadas a divisão do núcleo (cariocinese), desaparecem as fibras de fuso, ocorre a distribuição dos organóides e a divisão do citoplasma (citosinese), que isola as duas células filhas. Essas células entram em intérfase e se preparam para uma nova divisão.
Citocinese é a divisão do citoplasma no final da mitose; é centrípeta.

Telófase

Telófase

Meiose

Divisão Reducional - Produz células-filhas com a metade dos cromossomos da célula-mãe; ocorre na formação de gametas.

Etapas da meiose:

  • Prófase I - Os cromossomos condensam-se e os homólogos se juntam formando tétrades; a carioteca e os nucléolos se desintegram; os centríolos duplicam e dirigem-se para os pólos da célula; forma-se o fuso de divisão.
  • Metáfase I - As tétrades se distribuem-se no equador da célula.
  • Anáfase I - Os cromossomos homólogos separam-se e migram para os pólos da célula.
  • Telófase I - O citoplasma se divide e formam-se duas células-filhas com n cromossomos cada uma.
  • Intercinese - Curto intervalo entre as duas etapas da divisão.
  • Prófase II - Os centríolos se dividem e formam-se novos fusos de divisão nas duas células-filhas.
  • Metáfase II - Os cromossomos dispõem-se no equador das células.
  • Anáfase II - Os centrômeros dividem-se, as cromátides-irmãs se separam migrando para os pólos das células.
  • Telófase II - O citoplasma se divide e os núcleos reconstituem-se nas quatro células-filhas.

Prófase I

A prófase I é a fase mais longa e nela ocorrem os eventos mais importantes da meiose. Subdividem-se em cinco períodos:
  • Leptóteno - Os cromossomos condensam-se e tornam-se visíveis.
  • Zigóteno - Os cromossomos homólogos juntam-se aos pares.
  • Paquíteno - Os cromossomos tornam-se mais curtos e espessos, formando tétrades.
  • Diplóteno - Os cromossomos homólogos iniciam a separação; podem ser observados os quiasmas, que evidenciam trocas de pedaços entre os homólogos, processo conhecido como permuta ou crossing-over.
  • Diacinese - Os cromossomos migram para o equador da célula.
A autoduplicação do DNA ocorre na interfase; na prófase I os cromossomos estão duplicados em cromátides-irmãs.